segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Treinem sapatadas em alvos móveis!


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Que este ano todos os/as camaradas tenham a boa visão preservada, para que, quando o alvo engravatado mirarem, acertem de cheio a cara destes cretinos mal cheirosos.
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Aliás, a miúda resenha com a qual me comunico serve apenas como menção honrosa ao nosso ilustre herói Muntadar al-Zaidi, jornalista que fora muito criticado pelos meios de desinformação deste país que não se prestam a outro papel, senão a servir latifundiários e mercadores de vida.
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Do Carmesin recebe saudosos aplausos, por não ter calado mediante o algoz de todo um país, senão de um planeta. Pensando agora até lamentaria o único episódio que é entristecedor, no caso, o fato do sapato não ter arrebentado na cara daquele falastrão idiota denominado presidente dos Estados Unidos ao ponto de tê-lo deixado em coma, mas vou deixar pra lá. Melhor acreditar na perfeição do nosso herói precoce e que ele não errou o alvo. Teria acertado se o jogo fosse de dardos, mas o presidente e líder do mundo, como conclamam as nossas mídias subservientes, foi meio matrix na esquiva.
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Pra encerrar deixo a dica: Treinem sapatadas em alvos móveis e espero já no finalzinho amenizar o bom humor deste amontoado de palavras que aqui vos apresento, pois é fato a não ser esquecido as torturas que sofre o jornalista no cárcere e em proporção distinta, mas tão cruel quanto, a guerra cirurgíca que promove o "império" que tantas vidas iraquianas arranca.
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É isso.
Hasta la victória.

Narrativas iconográficas

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A foto é de março de 2008, mas se disséssemos que fora tirada há anos atrás ou ainda que é atual, não estaríamos faltando com verdade, pois apesar de, como toda fotografia, ser um recorte eterno do espaço/tempo o que está retratado é mais do que corpos em movimento, feições e expressões. Estaríamos tabém reduzindo a sua complexidade se a classificássemos como mais uma foto sobre a exacerbada violência policial sobre o único alvo onde o seu trabalho alcança altos índices de eficiência. Falo do povo, das massas que com prazer são chutadas por estes sujeitos, cujos capacetes atrofiaram suas massas cinzentas até os gramas de uma azeitona. Este autoritarismo não é pontual. É sim, antes de qualquer coisa, ancestral e é isto que a imagem denuncia: O autoritarismo cultural de um Estado sem propósito contra os seus cidadãos!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Mais uma ano na Luta!

Está é a primeira postagem do ano. Sem muito entusiasmo, é verdade, tomo a palavra como que para dizer alguma coisa, mas sinto que será uma luta a cada verbo para romper com o silêncio que reluta para não ser rompido.
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Será um ano difícil e meu caros estou longe de qualquer preocupação em relação a este sistema falido que sempre esteve em crise. Ao contrário, se estão tomando no cú aqueles que sempre estiveram a frente de um Estado patrocinando forças armadas para coagirem cidadãos desarmados e como "hobbie" jogam dados nas Bolsas de Valores pelo mundo, estou contente. É uma luz no fim do túnel, ou vem vindo um trem para nos atropelar, apenas para parafrasear algo que li na capa de alguma revista de banca de jornal.
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Enfim, nada muda na ordem do mundo. O senhor de engenho ainda o é. A distribuição geografíca da arquitetura contínua a mesma: Casa Grande e Senzala, sob o ornato de outra fachada, evidentemente. Perduram senzalas.
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Não é muito o que se espera deste ano, mas se conseguirmos contribuir um pouquinho mais para a ruína do capital, teremos cumprido parte de nosso papel.
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AEK

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Sem teto são despejados em Embu (SP)

Sitio: http://www.radioagencianp.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=5903&Itemid=1
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Sem teto são despejados em Embu (SP)
Cerca de 900 famílias sem teto foram despejadas de uma área em Embu das Artes (SP) nesta terça-feira (2). As famílias estavam há quase três meses no terreno de mais de 100 mil metros quadrados, localizado no bairro Nossa Senhora de Fátima. De acordo com o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), o espaço pertence à Rosa Tereza Basilli, uma grande latifundiária da região, e nele havia uma fábrica de cera desativada.
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Os sem-teto começaram a ser despejados do local, nomeado por eles de acampamento Silvério Jesus, às nove da manhã. O despejo foi concluído no fim da tarde. De acordo com a coordenadora do MTST, Jaqueline Gomes, os moradores do acampamento ficaram indignados com o descaso como foram tratados.
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“A postura da polícia, a princípio, foi conversar. Depois teve uma postura mais repressiva, de não esperar as famílias poderem se deslocar. E a gente precisaria de mais tempo, porque os poucos caminhões tinham que efetuar várias viagens e esse tempo não foi fornecido. Depois de um certo período, eles deram meia hora para as famílias colocarem as coisas no meio da rua e depois levar para o galpão, que fica em São Paulo.”
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Das famílias despejadas, algumas foram para casa de parentes, outras, que viviam de aluguel, vão tentar alugar outro local para viver. Cerca de 250 famílias que não tinham para onde ir fizeram uma marcha pela cidade. Elas montaram um acampamento em praça pública para reivindicar uma área provisória onde possam se alojar ou um programa de auxílio emergencial, chamado de bolsa aluguel.
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De São Paulo, da Radioagência NP, Vinicius Mansur.
02/12/08

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Prioridades de um governo ptucano: Desvio de verba pública

Lamentável mais este movimento da elite econômica que coloca a todo o momento o político no cativeiro. Como se não bastasse o total controle que já têm sobre o mesmo, a onda é a mesma de sempre: desviar verba pública para socorrer o privado.
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Assim, em momentos de crises agudas num sistema que é uma eterna crise, rasgam-se os manuais liberais e neoliberais. Mais importante do que isso, ruem discursos. Há estas horas o preceito número um de Estado mínimo virou entulho. Não se enganem isso não é uma recaída, logo um defesa do neoliberalismo. Em verdade o discurso sempre mascarou a verdadeira face do neoliberalismo, justamente aquela, a qual, as crises põem à nu, no caso, a conveniência de que o estado é mínimo enquanto promotor de benfeitorias sociais e máximo para socorrer bancos, indústrias, latinfundiários, entre outros parasitas que ocupam um setor de atividade no ramo econômico.
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Assim, na disputa por verba a elite econômica, que é governo sai disparada na frente deixando algumas migalhas para o deleite de desdentados. Nunca vou esquecer os 40 bilhões que choraram para a saúde ano passado! Em contrapartida, Lula liberou 10 bilhões para que a construção civil não desaqueça (coitadinhos), sem contar dos 4 bi, se não me engano, que também liberou para as montadoras, pois segundo disse a indústria automobilística não pode deixar de ser o carro chefe da nossa econômia. Sem dúvida foi uma tucanagem no sentido mais clássico do nosso atual desgovernante Lula. No plano estadual e com experiência em desvio de verbas públicas para financiamento do negócio privado, o faci-tucano atirador da elite José Serra liberou mais 4 bi do meu, do teu, do nosso dinheiro para as montadoras paulista.
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Sempre interessante nestes momentos trazer a consicência uma palavrinha para reflexão: PRIORIDADES. Digo, um governo que prioriza o negócio privado tem de ser destituído.
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Fonte: Terra Magazine
SP: Ajuda a montadoras criaria 13 km de metrô
Milton Michida/Divulgação
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O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), concede entrevista após o anúncio da ajuda às montadoras
Diego Salmen
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Com a verba de crédito disponibilizada pelo governador José Serra a montadoras de automóvel em São Paulo seria possível construir até 13 quilômetros de metrô na capital paulista. A extensão é maior do que a da Linha 2 Verde, que liga a estação Alto do Ipiranga à Vila Madalena e passa sob a Av. Paulista, centro financeiro da cidade.
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Segundo informações da própria Companhia do Metropolitano de São Paulo, o custo de cada quilômetro construído deste meio de transporte público gira em torno de R$ 300 milhões a R$ 400 milhões. O valor - que inclui estações, vagões e estacionamento para os trens - varia de acordo com a geologia do solo, o número de composições necessárias para a linha construída e o tamanho da área a ser desapropriada.
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Na última terça-feira, 11, o governo de São Paulo liberou, por intermédio do banco Nossa Caixa, R$ 4 bilhões para 15 financeiras ligadas às montadoras, com o objetivo de estimular a produção e a compra de veículos no Estado.
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Eric Ferreira, doutor em Engenharia dos Transportes e ex-diretor do Institute for Transportation and Development Policy (ITPD), qualifica a atitude do governador como "demagógica".
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"- Ele gosta de congestionamento. Está criando um mercado de consumo de carros, deixando de incentivar quem quer andar a pé ou de bicicleta".
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Durante a campanha à prefeitura da cidade, Gilberto Kassab (DEM), agora reeleito, assumiu o compromisso de injetar R$ 1 bilhão dos cofres municipais no metrô. Já a candidata Marta Suplicy (PT) prometeu investir R$ 490 milhões anuais no transporte subterrâneo.
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Ferreira cita ainda a criação de corredores de ônibus como uma forma barata e eficaz de diminuir os congestionamentos na capital. Para ele, o trânsito nas ruas de São Paulo prejudica mais os usuários de ônibus do que os donos de automóveis.
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"- Na competição de tempo e dinheiro, mesmo com trânsito, o carro ganha do transporte público. Se faz o mesmo deslocamento do ônibus em metade do tempo".